Patos - PB 1 de março de 2024

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Auxiliares de serviços e professores exigem pagamento do terço de férias para dar início às aulas nas escolas de Patos

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Foto: Polêmica Patos

Os auxiliares de serviço, merendeiras e os professores lotados na Secretaria de Educação do Município de Patos estão revoltados diante da falta de pagamento do valor do terço de férias a que se tem direito. Na próxima terça-feira, dia 31 de janeiro, os servidores irão pautar o assunto diretamente com o prefeito Nabor Wanderley.

A revolta pode prejudicar o início do ano letivo de 2023. A falta de pagamento do terço de férias vinha sendo praticada pelos gestores anteriores e vem seguindo com o prefeito Nabor Wanderley. 

Em 2021, por exemplo, os professores receberam o seu terço de férias no pagamento de dezembro, mas os auxiliares de serviços e as merendeiras ficaram de fora, apesar de receberem pela mesma fonte de recursos, ou seja, o FUNDEB. 

Neste ano de 2023, a situação tende a se repetir. A Secretaria de Educação do Município de Patos pretende divulgar o pagamento do terço de férias e o aumento do piso, porém, pode deixar mais uma vez diversas categorias sem receber o seu direito. 

Os auxiliares de serviços, merendeiras, técnicos administrativos, vigias, motoristas, dentre outros, colocaram a situação na assembleia do Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região (SINFEMP) e pediram mais firmeza para tal situação.

Para a presidente do SINFEMP, Carminha Soares, é triste tal situação, pois todos servidores de apoio cumprem rigorosamente as suas tarefas e é muita ingratidão não receberem os seus direitos, igualmente com os professores.

O vereador sindicalista Zé Gonçalves (PT) relatou que o sindicato está ao lado das categorias e defendeu a mobilização para que o prefeito Nabor trate com isonomia e respeito a todos os servidores. “Se tem banheiros e salas limpas, são as auxiliares de serviços. Se tem merenda pronta são as merendeiras. Se tem secretaria funcionando, são os técnicos administrativos. Se tem portões abertos, são os vigias. Se tem transporte, são os motoristas. Então, se todos recebem pelos 70% do FUNDEB, qual o motivo para tanta discriminação?”, indagou o sindicalista.


Polêmica Patos

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