Patos - PB 21 de julho de 2026

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RUMO A 2026: Cicinho Lima crava saída do PL e promete lutar pela cultura na Assembleia Legislativa

O Polêmica Paraíba apresenta nesta segunda (22), a vigésima de uma série exclusiva de entrevistas com os pré-candidatos a Deputado Estadual nas eleições de 2026.

O projeto tem como principal intuito trazer a visão dos nomes que vão se colocar como postulantes à uma das 36 vagas na Assembleia Legislativa

O nosso entrevistada de hoje é Cicinho Lima.

O filho do saudoso Pinto do Acordeon, tentará um mandato na Assembleia pela segunda eleição seguida, após ficar como suplente em 2022.

A DECISÃO DE SAIR CANDIDATO

Polêmica Paraíba: Qual foi o principal fator que o levou a tomar a decisão de se candidatar?

Quase 16 mil pessoas confiaram no nosso projeto em 2022. Como eu sempre falo, a minha maior herança são os amigos do meu pai.

E foi comprovado a quantidade de amigos que acreditaram no nosso projeto, na nossa caminhada.

Fui bem votado na Capital, o segundo mais votado em Patos, e isso me dá ânimo para dar a minha contribuição.

A nossa Paraíba tem um grande potencial no turismo, um grande potencial na cultura, somos um grande celeiro de artistas e músicos.

E lutar por essas coisas, é que o me levanta e o que me incentiva, pois era o desejo que meu pai tinha como político.

FUTURO POLÍTICO

PP: Pensando nas eleições de 2026, o Senhor vai se manter no PL? Ou essa é uma decisão que precisa ser mais trabalhada no seu grupo?

Eu não vejo o PL abraçar a minha candidatura. Para você morar em uma casa, você tem que ter o amparo, dos seus irmãos, do seu pai, da sua mãe e no PL eu não vejo esse amparo comigo.

Eu achava que pela votação que tirei, eu teria esse respeito e que eles me chamariam para sentar, mas isso não vem acontecendo.

Atuar como Secretário Executivo de Cultura, me deu uma proximidade maior com o Governador João Azevedo e esse tempo que eu passei na Assembleia Legislativa, fez com que se criasse uma amizade com Adriano Galdino e hoje são esses amigos que estão me amparando.

Eu saí candidato pelo PL por gratidão ao ex-presidente Bolsonaro, porque meu pai se tornou Patrimônio Cultural do Brasil e por amizade a Wellington Roberto, que na época era o Presidente Estadual do PL.

Sou grato pelo gesto que Wellington Roberto fez, pela minha aproximação com Caio Roberto, todo o respeito que tenho pelos colegas Wallber Virgolino e Sargento Neto, mas eu não vejo esse desejo de união.

Eles preferem seguir cada um pelo seu caminho, mas eles não lembram que minha votação serviu para eles estarem ali, não vejo essa parceria e acredito que é algo natural a minha saída do PL.

A DISPUTA POR VOTOS NA PARAÍBA

PP:  Após a experiência em 2022, seu nome ficou ainda mais estadualizado. Qual será o seu foco pensando em um número maior de votos nas próximas eleições?

Eu tenho amigos em quase todos os 223 municípios. Em 2022, eu trabalhei mais focado em Patos e nas cidades vizinhas.

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