Diante da crise gerada pela rejeição do nome de Jorge Messias a Ministro do STF e a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto de Dosimetria, muitos filiados do Partido dos Trabalhadores da Paraíba, tem contrariado a orientação adotada pelo seu Diretório estadual e voltado a defender uma candidatura própria do seu partido ao governo do estado.
O possível voto da senadora Daniela Ribeiro pela rejeição do nome de Jorge Messias e o voto aberto do deputado Aguinaldo Ribeiro favorável ao projeto da Dosimetria, levantou muito mal-estar nos meios petistas já que em resolução, o seu partido decidiu apoiar o nome de Lucas Ribeiro (filho da primeira e sobrinho do segundo) a governador da Paraíba no pleito de outubro.
Sertanejo de origem, servidor público municipal, de família humilde, Armando Gomes acredita que está na hora do PT exercer protagonismo na cena política paraibana, com as bases e o interior assumindo a vanguarda.
“A campanha de Lula a presidente, requer um candidato a governador confiável, comprometido com o projeto nacional”, diz o servidor público de Passagem.
Fundador do seu partido na cidade, Armando diz que pretende encaminhar seu nome ao GTE (Grupo de Trabalho Eleitoral) estadual e nacional e espera que seja apreciado com respeito e consideração, como uma opção aos paraibanos nas eleições deste ano.
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