Patos - PB 16 de agosto de 2026

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Nabor diz esperar definição de Léo Bezerra e Bruno Cunha Lima sobre apoio ao Senado

Candidato ao Senado Federal pelo Republicanos, Nabor Wanderley afirmou que ainda aguarda uma definição dos prefeitos de João Pessoa, Léo Bezerra, e de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, sobre um eventual apoio à sua candidatura nas eleições de 2026.

Durante sabatina no programa Arapuan Verdade, na sexta-feira (14), Nabor foi questionado sobre as conversas mantidas com os dois gestores e negou que já exista uma confirmação formal de apoio.

Ao comentar a situação em Campina Grande, o candidato afirmou que Bruno já deu declarações favoráveis nesse sentido, mas ressaltou que ainda não houve uma conversa específica entre os dois sobre a disputa pelo Senado.

“Ainda não teve. Mas deu declarações já nesse sentido. Não tivemos ainda esse diálogo com o Bruno com relação a isso”, afirmou.

Em relação a Léo Bezerra, Nabor disse que os dois já conversaram anteriormente, mas que não houve novos contatos recentes sobre a eleição. O candidato destacou, porém, manter uma boa relação com o prefeito da Capital e com outras lideranças políticas do Estado.

“Com o Léo conversamos há um tempo atrás, não falamos mais, mas são municípios importantes e tenho uma ótima relação com todos”, declarou.

Nabor também ressaltou a importância de João Pessoa e Campina Grande para o atendimento da população de outras regiões da Paraíba. Segundo ele, caso seja eleito senador, pretende trabalhar para ampliar a destinação de recursos federais às duas cidades, principalmente para a área da saúde.

“Campina Grande e João Pessoa são cidades importantes e que precisam de apoio no Senado Federal”, afirmou.

Saúde e municípios-polo

Durante a sabatina, Nabor também utilizou sua experiência como prefeito de Patos para defender uma atenção diferenciada aos municípios que funcionam como polos regionais de saúde e recebem pacientes de outras cidades.

O candidato criticou a defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) e afirmou que as atuais regras de pactuação não seriam suficientes para compensar os custos assumidos pelos municípios que concentram atendimentos de pacientes de outras localidades.

“Essas pactuações que são feitas precisam ter um olhar diferenciado, porque os recursos vêm pouco. A tabela do SUS está muito defasada e muitas vezes os municípios não têm como bancar isso”, afirmou.

Para Nabor, a experiência administrativa à frente de Patos reforçou a necessidade de rever a distribuição de recursos destinados à saúde, especialmente para cidades que desempenham papel de referência para outras regiões do Estado.

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